
Se você respondeu “nenhum dos dois”, acertou. É um Barco. Na verdade, é um superbarco. Parece muito com uma nave. É metálico, tem belas curvas, um design completamente futurista. E o melhor disso tudo é que ele foi criado por uma boa causa.
Com ele, o capitão neo zelandês Pete Bethune tenta bater o recorde de tempo em navegação ao redor do mundo. O barco é chamado de Earthrace - “corrida da Terra” - e busca de diversas formas trazer consciência social e ambiental. A super máquina, capaz de submergir perante ondas gigantes, usa somente biodiesel fabricado a partir do óleo de soja e canola como combustível e ainda compensa todas as emissões de poluentes pela compra de créditos de carbono. A pintura é feita sem metais pesados, os colchões são fabricados a partir de óleo de canola, as roupas são confeccionadas com cânhamo e fibra de bambu e toda a alimentação possível será orgânica.


A volta ao mundo partiu de Sagunto, na Espanha no dia 26 de abril de 2008 e deverá utilizar 65 dias para completar a façanha - 9 a menos que o recorde atual. Como parte do projeto também tem palestras ao redor do mundo e a divulgação de idéias e conceitos que contribuam para a melhoria do meio ambiente no Planeta.

Você pode acompanhar a rota da volta ao mundo, ver fotos, vídeos ou até contribuir através do site www.earthrace.net e ainda assistir aos vídeos na EarthRace Tv (www.earthracetv.net) Veja só o vídeo que eles criaram para buscar patrocínio, que impressionante.
Curiosidade: Não sei se você - ou mesmo os produtores do vídeo - notou que aos 2′16”, ao mostrar imagens de crianças que de alguma forma participaram do projeto, uma delas faz careta para a câmera enquanto todas as demais estão comportadas. Veja que imagem bacana:

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Há um tempo já vem se instalando uma polêmica entre a blogosfera e o meio jornalístico. Tudo isso porque os blogueiros passaram a ganhar muito dinheiro escrevendo, chamar muita atenção, e às vezes ter conteúdo bom ou ruim. Neste blog, por exemplo, você vê de tudo.
A questão é que os jornalistas viram parte de seu público se bandeando para o ‘novos-mas-nem-tanto articulistas’. Na realidade, sempre existiram colunistas, economistas, médicos escrevendo artigos nos jornais. Mas até então eles estavam contribuindo para o jornal. Agora é concorrência. E, com isso, alguns jornais se incomodaram e estão pegando pesado.
O Estadão, por exemplo, fez uma campanha pra lá de insensata. Triste. Um completa generalização da blogosfera. Não hei de transpor meu senso de justiça e dizer que não há conteúdo de baixa qualidade na blogosfera, inclusive neste blog. Mas em qual jornal não há? Está no nível da consciência estratégia e não da incompetência. O que há nas mídias é o que o público quer ver, afinal, todos estão inseridos no meio capitalista. Daqui saem alguns artigos bacanas, mas por puro prazer de escrever. O público desse tipo de texto é bem reduzido principalmente no brasil, onde os níveis da educação não são lá os melhores.

Na realidade, essa campanha, sem perceber, é uma luta entre um meio tradicional contra uma nova mídia. Jornal impresso contra internet. O medo da inevitável perda de público dói no bolso. E eles tentam reagir. Mas não há meio mais democrático - embora o acesso não seja ainda tão barato - de produção de conteúdo e troca de conhecimento que a internet. E os blogs são uma das ferramentas desse meio. Veja que campanha deprimente.
O PutsGrilo!com defende que todas as formas de expressão são válidas. De dança do créu a cats. Cabe a cada um, no entanto, saber distigüir o que melhor lhe cabe. Sem imposição. Democraticamente.

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Já diria o ditado: “nem só de críticas e dicas vive o PutsGrilo!com”. Quando temos que contribuir com uma boa causa ou elogiar, cá estamos. Eis que hoje vejo na ‘capa’ do UOL uma matéria que fala de meu querido estado, o Ceará: “Cheias ameaçam moradias precárias e acabam com ‘ganha-pão’ de moradores“.
Como um bom curioso, fui ler o que lá estava escrito e me surpreendi bastante. O Texto do jornalista - Especial para o UOL - Breno Castro Alves traça uma matéria com tons de reportagem de TV. Estilo impecável, narrativa emocionante. A matéria conta sua percepção do estado em que o Ceará, mais precisamente Ipaumirim, vive com as chuvas de 2008. Em um lugar onde a seca assola a condição de vida, a água faz o outro extremo.
Sem apelos a estereótipos, generalizações ou preconceitos, Breno mostra a realidade física e psicológica de um povo que entrou em um sistema de extremo conformismo sem crítica. A compreensão da formação da mentalidade daquela gente, forçada à submissão, obrigada a se ver na posição de empregado, humilhado. Necessitado.
Breno é um jornalista lúcido. Com maturidade suficiente para construir um texto prazeroso sobre um tema tão delicado socialmente. O PutsGrilo!com parabeniza o jornalista e o veículo UOL.
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Como é bom ver boas iniciativas. Recebi com muito bons olhos a notícia de que a rede de supermercados Pão de Açúcar está implantando, e é a pioneira, o projeto Caixa Verde. Funciona mais ou menos assim:
O cara vai fazer as compras, paga, tira as embalagens dos produtos e põe em um local de reciclagem. Como é que nunca ninguém pensou nisso antes? É muito bom, não? Com isso, o Pão de Açúcar consegue reciclar embalagens de papel, papelão e plástico antes mesmo de os clientes levarem os produtos para suas respectivas casas. E o Projeto começa no Rio de Janeiro com o que eles chamam de “Descarte Pré-consumo”, ou seja, reclicar antes de consumir.
É claro que as pessoas não vão deixar as garrafas pet dos refrigerantes e beber o refrigerante todo ou levar nos bolsos. hehehe… Mas podem tirar o rótulo. Nas pastas de dente, podem tirar a caixinha. O mesmo acontece no caso do Sucrilhos, por exemplo.
Essa é uma iniciativa que bem que poderia ser copiada por todos os demais super e hipermercados, não? Pensem nisso.
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DROPS DIGITAIS
Depois de desbancar, demolir, de decaptar demais descendentes digitais, Drops Digitais desdobraram desenfreadamente, desembucharam desenhos, designs, dicas, dvds, displays, decotes, discursos, desktops. Desculpas. Dúvidas difundindo demasias digestivas digitais. Dinamites detonaram desdéns de desinformados dilacerando doses duradouras doentias de ‘demarketing’ duplamente débeis. Delimitaram delongas. Destituíram ditaduras. Dublando duas desuniformidades dialéticas, desestruturaram drinks, danças, dramas. Driblando doutrinas, ditaram dolorosas dormências digitais dominando docentes, decentes, dementes distraídos. Dogmas d’ouro digital. Dotes datados decimais. Drops Digitais decifrados. Documentados. Declamados. Decodificados.
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